AVENIDA CÂNDIDO DE ABREU 469 - CURITIBA TEL (41) 3224-9851 Whatsapp CEL-(41) 9 8832-2119 ------Dr. Gabriel João Favaro crefito 88851-F Atendimento de segunda a sábado com horário agendado
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
CONSULTÓRIO DE FISIOTERAPIA EM PARCERIA COM CURSO FMB EM CURITIBA !
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TRATAMENTOS:
ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA GERAL
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DR.GABRIEL J. FAVARO-(CREFIT0 88851-F) ESPECIALISTA EM ACUPUNTURA, ESPECIALIZAÇÃO ACADÊMICA EM FISIOTERAPIA CARDIO-RESPIRATÓRIA,ESPECIALIZANDO EM OSTEOPATIA. FISIOTERAPEUTA DE ATLETAS DE NIVEL NACIONAL E INTERNACIONAL.
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DORT( DOENÇAS OSTEO MUSCULARES RELACIONADAS AO TRABALHO.
Estágios da DORT e seus respectivos sinais e sintomas .
PrognósticoGrau I - Sensação de peso e desconforto no membro ou na região afetada, dor espontânea e ocasional durante a jornada de trabalho que melhora com o repouso, ausência de sinais inflamatórios. Prognóstico - Bom
Grau II - Dor mais persistente e intensa, porém tolerável, surge de forma intermitente durante a jornada de trabalho, dor mais localizada, mas pode irradiar-se, sensações de calor e formigamento, pode ocorrer alteração da sensibilidade tátil, sinais inflamatórios ausentes ou pouco aparentes, resistência e dor durante a palpação não altera significantemente .Prognóstico-Favorável
Grau III - Dor persistente, intensa e com irradiação bem definida, presente dentro e fora do trabalho, repouso diminui a intensidade da dor, porém esta não desaparece, perda de força muscular, parestesias(amortecimento) e alterações da sensibilidade, palidez, hiperemia e sudorese no local acometido, mobilização e palpação provoca dor forte comprometida e às vezes impossibilitada. Prognóstico -Reservado
Grau IV - Dor forte, contínua e às vezes insuportável levando ao sofrimento intenso, movimentos suaves podem acentuar a dor, irradiação por todo membro, diminuição da força muscular, com constante perda dos movimentos, edema persistente, deformidades por fibrose, reduzindo a drenagem linfática, depressão, ansiedade e angústia.Invalidez pela impossibilidade de realizar qualquer tipo demovimentação. Prognótico-Sombrio
Fonte: Deliberato, 2002.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Fisioterapia na prevençao e tratamento de pacientes hospitalizados
Em pacientes hospitalizados é comum o aparecimento de alterações decorrentes da imobilidade prolongada a que são submetidos. Normalmente os sistemas respiratórios, cardiovascular e neurológico dos pacientes são afetados podendo, inclusive, acarretar problemas mais graves, como pneumonias, tromboses, etc.
A fisioterapia realizada nesses pacientes visa a prevenção e o tratamento de doenças respiratórias e alterações que acompanham as doenças neurológicas, ortopédicas, cardiovasculares e clínicas em geral.
No sistema respiratório a imobilização continuada promove uma diminuição da força de seus músculos. Em decorrência disso, a capacidade e o volume pulmonar são alterados e a difusão alvéolo capilar sofre modificação, prejudicando o bom desenvolvimento do sistema.Entre as principais alterações cardiovasculares estão as diminuições da eficiência da bombas musculares. Isso significa uma diminuição do retorno venoso, aumentando o risco de trombosevenosa profunda. A hipotensão postural é outra conseqüência dessas alterações que se destacam no sistema cardiovascular.
Para cada semana de imobilização há uma queda de 20% da força muscular. A atrofia muscular pode resultar em falta de coordenação motora e osteoporose quando o paciente é submetido a um grande período de imobilidade. Para pacientes neurológicos pode ocorrer ainda um déficit motor, acarretando problemas como ineficácia do reflexo de deglutição, o que significa maior risco de aspiração pulmonar, alerta a fisioterapeuta.
IdososO cuidado com o paciente independe da idade, contudo pacientes idosos necessitam de atenção especial. A idade aumenta o risco de morbidade e mortalidade, em decorrência da natural deterioração das funções pulmonares e cardiovasculares. É comum que pacientes idosos apresentem rigidez na caixa torácica com alterações da mecânica respiratória, deficiência do reflexo de tosse o que leva a um maior risco de infecções respiratórias.
CirurgiasPacientes submetidos a cirurgias torácica, abdominal superior, portadores de doenças pulmonares, obesos, maiores de 70 anos e aqueles com histórico de fumo são candidatos à avaliação e acompanhamento no pré e pós-operatório. No pós-operatório o objetivo da fisioterapia, "é prevenir atelectasias, ou seja, falta de dilatação dos pulmões (principal causa de febre nas primeiras 48 horas após a cirurgia) e infecções respiratórias". Essa prevenção é feita através do aumento da capacidade residual funcional do paciente.
Numa cirurgia abdominal importante pode haver perda de 60 a 75% da capacidade vital e a capacidade residual pode cair a valores até 20% do normal. No caso de pessoas obesas a mecânica respiratória é agravada em função do achatamento do diafragma, diminuição da expansibilidade da caixa torácica e complacência pulmonar. Além disso, os obesos podem apresentar alterações circulatórias e metabólicas.
Um trabalho de fisioterapia bem feito, tanto no pré como no pós-operatório, poderá significar a diferença entre um resultado de tratamento mal sucedido para um bem sucedido.
Fonte- http://www.portaldafisioterapia.com.br/
Fisioterapia prolonga a independência de idosos com Alzheimer e retarda progressão da doença
Embora em sua fase inicial a doença traga apenas perdas cognitivas e de linguagem, a fisioterapia deveria ser iniciada logo após o diagnóstico. Tratamento traz benefícios aos idosos ao aumentar seu equilíbrio e força muscular
Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.
Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.
Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.
Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.
"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.
Quedas e equilíbrio
A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.
O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáveis com o de pacientes com Alzheimer: enquanto 45% dos primeiros sofreram pelo menos uma queda no ano anterior, nos com a doença o número foi de 50%. "Quedas em idosos são sempre um problema grave. Elas podem causar hematomas e fraturas, levando até a cirurgias e hospitalização. Além disso, a instabilidade e o medo de novas quedas pode aumentar a dependência, o que ainda é mais grave nos idosos com Alzheimer - já propensos a isso", explica a pesquisadora. Além disso, existe a possibilidade de evoluírem para uma depressão, por ficarem mais restritos.
Os idosos com diagnóstico de Alzheimer na fase leve apresentaram mais quedas que os na fase moderada. "Isso acontece porque eles ainda se expõem mais. Os que estão num estágio mais avançado da doença já andam sempre acompanhados e normalmente não se lembram de terem caído quando estavam sozinhos". Também é importante evitar o uso excessivo de remédios para alterações do comportamento e agressividade, comuns nesta doença. Esses medicamentos podem facilitar as quedas, aumentando o desequilíbrio e provocando grande sonolência - o que deixa o idoso menos ativo, diminui sua força muscular e traz maior dependência.
Fonte: http://www.usp.br/
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Acupuntura eficiente, segura e indolor
Vantagens de uma das mais tradicionais terapias orientais
A acupuntura funciona em todos os pacientes? Não. A acupuntura funciona em cerca de 70 a 80% dos humanos e animais em que é utilizada. Já o efeito placebo é observado em aproximadamente 30% dos casos. O fato da acupuntura não apresentar ação em alguns casos pode ser decorrência de vários fatores. Além daqueles eventualmente relacionados a um diagnóstico incorreto ou tratamento inadequado, devemos considerar que indivíduos que apresentam altos níveis de colecistocinina (CCK) respondem mal à analgesia por acupuntura, o que leva a crer que, nessas pessoas, outras ações da acupuntura também estarão prejudicadas. Por outra parte existem evidências de que pessoas que apresentam baixos de CCK respondem muito bem à analgesia acupuntural. Experimentos realizados com animais têm demostrado que o uso de substâncias que antagonizam a CCK contribui para melhorar a resposta à acupuntura nos indivíduos com níveis elevados de colecistocinina. Também existem evidências de que a CCK está envolvida no processo de desenvolvimento de tolerância à acupuntura.Outro fator que precisa ser levado em conta naqueles pacientes que respondem mal a acupuntura, é uma possível deficiência genética de receptores de endorfinas a nível da membrana celular das células nervosas. Finalmente, não se deve esquecer que o uso de determinados fármacos como corticóides e beta bloqueadores também pode interferir no resultado do tratamento com acupuntura.A acupuntura é um procedimento seguro? Desde que realizada por profissional capacitado, a acupuntura é um procedimento seguro e desprovido de efeitos colaterais. Reações adversas à acupuntura estão em geral associadas à má formação de quem a pratica. É importante ter em mente que embora a acupuntura esteja livre das dependências e dos efeitos colaterais associados ao uso dos medicamentos, constitui um procedimento invasivo e que exige conhecimentos de anatomia topográfica, fisiologia e sobretudo fisiopatologia. A elaboração de um diagnóstico, inclusive diferencial, o estabelecimento de prognóstico e a instituição do tratamento adequado, são fatores imprescindíveis para se evitar o simples mascaramento de sinais e sintomas, com todas as conseqüências negativas que isso possa acarretar. Em todos os casos, o paciente deve manter seu Fisioterapeuta ou médico informado sobre os medicamentos de que faz uso, se está ou suspeita estar grávida, ou se usa marca passo ou implantes cosméticos.A acupuntura pode transmitir doenças? A acupuntura é um método invasivo, e, portanto, faz-se necessário observar as regras básicas de esterilização. Usando-se material esterilizado não há risco de transmissão de doenças. Atualmente as agulhas utilizadas em acupuntura são descartáveis, o que aumenta a segurança para médicos e pacientes, prevenindo a transmissão de doenças como a hepatite e a aids.Acupuntura é um procedimento doloroso? Não deve ser. A sensação de dor na acupuntura geralmente está associada a inserção das agulhas, sendo de pequena intensidade, rápida e, na maior parte das vezes, imperceptível. Após a inserção das agulhas, que têm um diâmetro muito pequeno, semelhante ao de um fio de cabelo, pode ocorrer uma sensação discreta de choque elétrico, peso ou dolorimento, o que é decorrência da ativação de terminações nervosas responsáveis pela condução do estímulo da acupuntura.
Acupuntura e Endometriose
Acupuntura e Endometriose “A Acupuntura é um dos setores da Medicina Tradicional Chinesa, visa restabelecer a circulação de energia dos meridianos, dos órgãos e das vísceras e com isso levar a harmonia de energia e de matéria para todo o corpo. Os canais de energia ou os meridianos estão distribuídos por todo o corpo de modo semelhante à rede nervosa. Os pontos neles localizados são a sede das manifestações exteriores do que há no interior e são também, os locais de entrada de energias que levam a doenças. A energia tem origem na vida intra-uterina e nos alimentos consumidos. Existe uma relação de interdependência entre energia e matéria para a manutenção da vida. Alguns conceitos importantes: Yin/Yang, QI ou energia vital, os cinco elementos da natureza (fogo, água, metal e madeira), circulação e produção de sangue. Os principais fatores que levam a doenças são a estagnação de QI e de sangue nos canais de energia, alteração de energia nos respectivos canais e alterações energéticas no órgãos e vísceras. A linha básica de tratamento´para todas as patologias consiste em desbloquear o QI e o sangue, promover a circulação e fortalecer os órgãos e vísceras. O que é importante é diferenciar bem na anamnése quais são os meridianos envolvidos e qual é o padrão de desarmonia. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa os canais de energia responsáveis pela menstruação são o fígado, o vaso penetração, o vaso da concepção e o baço. O movimento correto do sangue depende do QI do fígado. A Endometriose na visão da MTC tem sua origem em vários fatores, como a tensão emocional que leva a estagnação do QI do fígado causando dor, frio e umidade que leva a estagnação do sangue que também leva à dor, esforço excessivo, partos próximos, doenças crônicas atividade sexual em excesso. Alguns fatores são importantes para se definir o padrão da doença no diagnóstico: a hora da dor, sua localização, ciclo menstrual, tipo de sangramento e a influência do calor e do frio nos sintomas. Com essas informações pode ser diferenciada a característica de excesso ou deficiência da patologia. O tratamento consiste em harmonizar o sangue, cessar o sangramento, diminuir a estagnação, acalmar e nutrir o sangue, cessar a dor, mover e harmonizar o QI dos meridianos envolvidos.” Fonte: www.abend.org.br
terça-feira, 21 de julho de 2009
Fisioterapia Traumato- Ortopédica
Fonte-http://www.portalfisioterapia.com.br/
Pense antes de operar a hernia de disco
O diagnóstico de hérnia de disco na lombar corresponde somente de 1% a 5% das pessoas que sofrem de dores na coluna lombar. A absoluta totalidade dessas pessoas com dores na coluna lombar não tem hérnia de disco, mas sim discartrose, ou o famoso bico de papagaio.
Essas pessoas não precisam de maneira nenhuma fazer cirurgia. Com advento da Ressonância Magnética o diagnóstico de hérnia de disco, está sendo feito de maneira exagerada e a sua indicação cirúrgica antes era muito freqüente e desnecessária. Isso porque com freqüência, é dito aos pacientes que se adiarem a cirurgia, correrão o risco de sofrer danos permanentes aos nervos, possivelmente o enfraquecimento da perna ou até mesmo a perda do controle sobre intestinos ou bexiga.
James Weinstein e colaboradores, da Faculdade de Medicina de Dartmouth na cidade de Hanover, nos Estados Unidos realizaram o estudo observacional chamado de Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT). O estudo envolveu 13 clínicas, em 11 Estados americanos. A finalidade de verificar o que acontecia com essa pequena parcela de sofredores de dores na coluna vertebral que tem sim hérnia de disco, mas que não querem operar imediatamente e preferem esperar, pois com um tratamento clínico melhoram.
Todos os 2.000 participantes desse estudo sofriam dores resultantes de hérnias de disco e dores ciáticas nas pernas, e não de bico de papagaio. O grupo A - daqueles que não fizeram a cirurgia geralmente receberam fisioterapia, aconselhamento e drogas antiinflamatórias. O grupo B - que optou pela cirurgia, essa foi feita de maneira tradicional por um ortopedista.
O estudo constatou que a cirurgia parece promover o alívio da dor em um prazo menor, mas que a maioria dos pacientes acaba se recuperando de qualquer maneira com o tempo, e que não há mal nenhum em esperar. Ao final, nem a espera nem a cirurgia saíram vencendo claramente. A conclusão foi que a maioria dos pacientes pode decidir em segurança o que fazer, baseada em suas preferências pessoais e seu nível de dor. Embora muitos pacientes não tivessem se mantido com o tratamento que lhes tinha sido designado, a maioria se saiu bem com qualquer um dos comportamentos.
Os pacientes submetidos à cirurgia em muitos casos relataram alívio imediato da dor. Mas, ao término de três a seis meses, os pacientes de ambos os grupos relataram melhoras significativas. Após dois anos, cerca de 70% dos pacientes dos dois grupos disseram ter sentido "uma melhora importante" de seus sintomas. Nenhum dos pacientes que esperou sofreu conseqüências sérias, e nenhum dos que passou pela cirurgia sofreu resultados desastrosos. Muitos cirurgiões temiam que a espera pudesse acarretar danos importantes, mas o estudo comprovou que esses temores não tinham fundamento. Houve um número enorme de mudanças de opção nos dois sentidos, pacientes que trocou de opção: de cirurgia para aguardar e vice-versa. O mais importante que esse estudo mostrou que não existe urgência de operar a hérnia de disco lombar, quando ela realmente existe pois em boa porcentagem de casos ela desaparece com tratamentos clínicos, e em muitos casos de cirurgia da hérnia depois de 2 a 3 anos a dor volta.